A necessidade urgente de encontrar soluções para a diversificação das economias, um desafio global que agora também está na ordem do dia de Angola, exige a mobilização de toda a inteligência disponível, o que para um país corresponde  às instituições de investigação e de pesquisa, onde é esperado que os recursos humanos mais preparados desenhem projectos novos em áreas onde ainda há muito espaço para crescer, como é o caso da agricultura e pescas, para citar uma área fundamental.
Esta é, seguramente, a leitura que devemos fazer de recentes declarações, proferidas em Luanda por Fernando Heitor, presidente da 8ª Comissão da Assembleia Nacional, que entre outros assuntos trata da Ciência e da Tecnologia, declarações a marcar uma visita dos deputados da Comissão ao Centro Nacional de Investigação Científica (CNIC) e ao Centro Tecnológico Nacional (CTN), afectos ao Ministério da Ciência e Tecnologia.
Nesta deslocação, os parlamentares reconheceram que o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido naqueles centros justifica novos e mais significativos apoios como  estímulo ao desenvolvimento de projectos que podem ser e seguramente serão fundamentais para que se encare novos paradigmas para a produção agrícola e volume de pescado do país, dois sectores em que o Estado angolano muito aposta.
Num momento particularmente sensível para uma Economia ainda muito marcada pela produção de petróleo, um matéria prima cujo preço tem vindo a cair, a diversificação da economia é fundamental e esta depende em grande parte do que se vai criando e pesquisando no país, nos mais diversos domínios do saber, como aliás foi sublinhado na visita já referida.
O desenvolvimento, nomeadamente um desenvolvimento sustentado, passa sempre muito pela investigação científica e pela capacidade que haja de aplicar o conhecimento consolidado em projectos que gerem riqueza para o país. O estudo das ciências de vida, das ciências sociais e da história que se faz no CNIC e as pesquisas altamente especializadas quase fazem no CNT são uma porta para esse desenvolvimento.
Investigar agronomia, química, engenharia ambiental, história, biologia, farmácia, medicina veterinária, arqueologia, informática ou desenvolver pesquisas em áreas como as da nanotecnologia ou das células fotovoltáicas é uma tarefa de invulgar importância para qualquer país na exacta medida em que é pela inteligência e pela aplicação prática das conquistas do saber que qualquer sociedade pode fazer a diferença pela positiva.
Luís Lima
Presidente da CIMLOP
Confederação da Construção e do Imobiliário de Língua Oficial Portuguesa
presidente@cimlop.com

A necessidade urgente de encontrar soluções para a diversificação das economias, um desafio global que agora também está na ordem do dia de Angola, exige a mobilização de toda a inteligência disponível, o que para um país corresponde  às instituições de investigação e de pesquisa, onde é esperado que os recursos humanos mais preparados desenhem projectos novos em áreas onde ainda há muito espaço para crescer, como é o caso da agricultura e pescas, para citar uma área fundamental.


Esta é, seguramente, a leitura que devemos fazer de recentes declarações, proferidas em Luanda por Fernando Heitor, presidente da 8ª Comissão da Assembleia Nacional, que entre outros assuntos trata da Ciência e da Tecnologia, declarações a marcar uma visita dos deputados da Comissão ao Centro Nacional de Investigação Científica (CNIC) e ao Centro Tecnológico Nacional (CTN), afectos ao Ministério da Ciência e Tecnologia.


Nesta deslocação, os parlamentares reconheceram que o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido naqueles centros justifica novos e mais significativos apoios como  estímulo ao desenvolvimento de projectos que podem ser e seguramente serão fundamentais para que se encare novos paradigmas para a produção agrícola e volume de pescado do país, dois sectores em que o Estado angolano muito aposta.


Num momento particularmente sensível para uma Economia ainda muito marcada pela produção de petróleo, um matéria prima cujo preço tem vindo a cair, a diversificação da economia é fundamental e esta depende em grande parte do que se vai criando e pesquisando no país, nos mais diversos domínios do saber, como aliás foi sublinhado na visita já referida.


O desenvolvimento, nomeadamente um desenvolvimento sustentado, passa sempre muito pela investigação científica e pela capacidade que haja de aplicar o conhecimento consolidado em projectos que gerem riqueza para o país. O estudo das ciências de vida, das ciências sociais e da história que se faz no CNIC e as pesquisas altamente especializadas quase fazem no CNT são uma porta para esse desenvolvimento.


Investigar agronomia, química, engenharia ambiental, história, biologia, farmácia, medicina veterinária, arqueologia, informática ou desenvolver pesquisas em áreas como as da nanotecnologia ou das células fotovoltáicas é uma tarefa de invulgar importância para qualquer país na exacta medida em que é pela inteligência e pela aplicação prática das conquistas do saber que qualquer sociedade pode fazer a diferença pela positiva.


Luís Lima
Presidente da CIMLOP
Confederação da Construção e do Imobiliário de Língua Oficial Portuguesa
presidente@cimlop.com