Há sensivelmente um ano, neste mesmo espaço, sublinhava que Luanda é uma cidade que se afirma entre as mais cosmopolitas de África com legítimas aspirações a transformar-se num dos grandes destinos turísticos do continente e até palco de um dos mais procurados carnavais do Mundo.
Estou certo que um dia o Carnaval de Luanda pode estar para África, como o  Carnaval do Rio de Janeiro está para a América do Sul, o Carnaval de Veneza para a Europa, e a Terça-feira Gorda de Nova Orleães para a América do Norte. Grandes festas mundiais que chamam milhares e milhares de turistas e geram riqueza.
Hoje à noite, Luanda viverá a primeira das quatro noites deste Carnaval de 2015, com todos as suas cores e ritmos africanos, cores que, por exemplo, também são projectadas na moda, uma outra actividade de referência da capital a marcar o inicio de cada ano civil.
Amanhã, Domingo e Terça-feira gorda, na nova marginal de Luanda, terão lugar os desfiles deste Carnaval 2015 uma festa em que se participa com imensa alegria e à qual se assiste com idêntica alma em festa.
O carnaval é uma das maiores festas populares de Luanda e o ponto alto dos dias do Entrudo, onde é possível dançar na tradição mais angolana. É o desfile principal onde cada grupo não esconde a vontade de sair vencedor.
Grupos há que se apresentam no corso com milhares de figurantes, de várias gerações, comprovando o enraizamento popular destes festejos e o sentido bairrista, muito ligado às profissões de quem integra essas autênticas escolas de dança.
Pertencer a um desses grupos é também uma forma de estar integrado na comunidade, no bairro a que se pertence, fruindo saudavelmente a condição de ser cidadão e a alegria que de se viver numa grande cidade.
O desenvolvimento das sociedades – muito centrado na força que as cidades conferem às economias dos países  a que pertencem – passa também por esta participação popular que tem, entre outros, o mérito de mostrar a força e a determinação de quem sabe ir para a rua dançar.
Esta é a grande coreografia em qualquer Carnaval, uma manifestação de empenho, de alegria, de participação que, quando acontece com toda a naturalidade, é uma garantia como há poucas da riqueza dos países – a força dos seus recursos humanos.
Esta força e autenticidade também contribui para sucesso de qualquer Carnaval, seja no Rio de Janeiro, seja em Luanda, seja em Nova Orleães. E é esta força, de novos e menos novos, que sai hoje à rua, onde ficará até terça-feira. Bom Carnaval para todos.
Luís Lima
Presidente da CIMLOP
Confederação da Construção e do Imobiliário de Língua Oficial Portuguesa
presidente@cimlop.com

Há sensivelmente um ano, neste mesmo espaço, sublinhava que Luanda é uma cidade que se afirma entre as mais cosmopolitas de África com legítimas aspirações a transformar-se num dos grandes destinos turísticos do continente e até palco de um dos mais procurados carnavais do Mundo.


Estou certo que um dia o Carnaval de Luanda pode estar para África, como o  Carnaval do Rio de Janeiro está para a América do Sul, o Carnaval de Veneza para a Europa, e a Terça-feira Gorda de Nova Orleães para a América do Norte. Grandes festas mundiais que chamam milhares e milhares de turistas e geram riqueza.


Hoje à noite, Luanda viverá a primeira das quatro noites deste Carnaval de 2015, com todos as suas cores e ritmos africanos, cores que, por exemplo, também são projectadas na moda, uma outra actividade de referência da capital a marcar o inicio de cada ano civil.


Amanhã, Domingo e Terça-feira gorda, na nova marginal de Luanda, terão lugar os desfiles deste Carnaval 2015 uma festa em que se participa com imensa alegria e à qual se assiste com idêntica alma em festa.


O carnaval é uma das maiores festas populares de Luanda e o ponto alto dos dias do Entrudo, onde é possível dançar na tradição mais angolana. É o desfile principal onde cada grupo não esconde a vontade de sair vencedor.


Grupos há que se apresentam no corso com milhares de figurantes, de várias gerações, comprovando o enraizamento popular destes festejos e o sentido bairrista, muito ligado às profissões de quem integra essas autênticas escolas de dança.


Pertencer a um desses grupos é também uma forma de estar integrado na comunidade, no bairro a que se pertence, fruindo saudavelmente a condição de ser cidadão e a alegria que de se viver numa grande cidade.


O desenvolvimento das sociedades – muito centrado na força que as cidades conferem às economias dos países  a que pertencem – passa também por esta participação popular que tem, entre outros, o mérito de mostrar a força e a determinação de quem sabe ir para a rua dançar.


Esta é a grande coreografia em qualquer Carnaval, uma manifestação de empenho, de alegria, de participação que, quando acontece com toda a naturalidade, é uma garantia como há poucas da riqueza dos países – a força dos seus recursos humanos.Esta força e autenticidade também contribui para sucesso de qualquer Carnaval, seja no Rio de Janeiro, seja em Luanda, seja em Nova Orleães. E é esta força, de novos e menos novos, que sai hoje à rua, onde ficará até terça-feira. Bom Carnaval para todos.


Luís Lima
Presidente da CIMLOPConfederação da Construção e do Imobiliário de Língua Oficial Portuguesa
presidente@cimlop.com