O recente alerta do chefe da saúde pública no município do Cazenga, em Luanda, a apelar aos munícipes para que aumentem as medidas de prevenção e de higiene e assim evitem doenças frequentes na época da chuva, esse alerta, tornado publico pela agência de notícias de Angola, é oportuno na época chuvosa tão propícia ao surgimento de doenças diarreicas agudas e até da malária, como aliás é referido.
Os oportunos e responsáveis alertas lançados por este responsável político, Biavanga Zovo, fazem-nos lembrar o quão importante são as políticas de Saúde para o sucesso de quaisquer estratégias de desenvolvimento. África é, temos todos de o reconhecer, um dos mais mártires continentes à mercê de doenças complicadas ou apenas cujos medicamentos são pouco acessíveis.
As batalhas pela Saúde passam sempre pela prevenção, como é reconhecido.  Vejamos o caso da malária, doença para a qual não há (ainda) vacinas. Fumigações, repelentes de mosquitos, mosquiteiros, enquanto a investigação não avança o suficiente para criar uma vacina decisiva para a desejada erradicação da doença.
Estas preocupações tornam-se mais evidentes quando, de quando em vez, um surto virulento mais assustador, faz acender holofotes sobre algumas portas de saída de África, o continente que todos dizem ser o que mais futuro poderá ter. Cada um destes sustos intercontinentais faz renascer a esperança de que o Mundo possa distribuir melhor pelo Mundo as vantagens inerentes ao sucesso do combate às doenças.
A Educação para a Saúde é, realmente, uma das condições do desenvolvimento e do crescimento dos povos, cuja eficácia está muito para lá do simples cumprimento das regras que garantem a prevenção aconselhável quando importa evitar as piores e mais assustadores doenças.
Li em tempos que mais do que defender a ideia de uma Educação para a sustentabilidade, tal como, por exemplo, existe uma educação para a Saúde, importa interiorizar e disseminar a ideia de que educar é sustentar, de que a sustentabilidade deve integrar o ADN de todo e qualquer projeto educativo.
Um dos sonhos da condição humana, seja em África, seja na Europa, seja nas Américas ou na imensa Ásia, é, no plano da Saúde Pública, o desejo de podermos crescer temendo apenas os riscos das pequenas doenças próprias de gente feliz.
No município do Cazenga, em Luanda, em Lisboa, capital de Portugal, nas cidade de Gbakedou ou de Monróvia, ambas na Libéria, em S. Paulo, a mais populosa cidade do Mundo ocidental, bem como nas cidades de Kenema e Kailahun, ambas da Serra Leoa, toda a gente quer ser feliz com saúde. E só assim é possível pensar num verdadeiro desenvolvimento..
Luís Lima
Presidente da CIMLOP
Confederação da Construção e do Imobiliário de Língua Oficial Portuguesa
presidente@cimlop.com

O recente alerta do chefe da saúde pública no município do Cazenga, em Luanda, a apelar aos munícipes para que aumentem as medidas de prevenção e de higiene e assim evitem doenças frequentes na época da chuva, esse alerta, tornado publico pela agência de notícias de Angola, é oportuno na época chuvosa tão propícia ao surgimento de doenças diarreicas agudas e até da malária, como aliás é referido.

Os oportunos e responsáveis alertas lançados por este responsável político, Biavanga Zovo, fazem-nos lembrar o quão importante são as políticas de Saúde para o sucesso de quaisquer estratégias de desenvolvimento. África é, temos todos de o reconhecer, um dos mais mártires continentes à mercê de doenças complicadas ou apenas cujos medicamentos são pouco acessíveis.

As batalhas pela Saúde passam sempre pela prevenção, como é reconhecido.  Vejamos o caso da malária, doença para a qual não há (ainda) vacinas. Fumigações, repelentes de mosquitos, mosquiteiros, enquanto a investigação não avança o suficiente para criar uma vacina decisiva para a desejada erradicação da doença.

Estas preocupações tornam-se mais evidentes quando, de quando em vez, um surto virulento mais assustador, faz acender holofotes sobre algumas portas de saída de África, o continente que todos dizem ser o que mais futuro poderá ter. Cada um destes sustos intercontinentais faz renascer a esperança de que o Mundo possa distribuir melhor pelo Mundo as vantagens inerentes ao sucesso do combate às doenças.

A Educação para a Saúde é, realmente, uma das condições do desenvolvimento e do crescimento dos povos, cuja eficácia está muito para lá do simples cumprimento das regras que garantem a prevenção aconselhável quando importa evitar as piores e mais assustadores doenças.

Li em tempos que mais do que defender a ideia de uma Educação para a sustentabilidade, tal como, por exemplo, existe uma educação para a Saúde, importa interiorizar e disseminar a ideia de que educar é sustentar, de que a sustentabilidade deve integrar o ADN de todo e qualquer projeto educativo.

Um dos sonhos da condição humana, seja em África, seja na Europa, seja nas Américas ou na imensa Ásia, é, no plano da Saúde Pública, o desejo de podermos crescer temendo apenas os riscos das pequenas doenças próprias de gente feliz.

No município do Cazenga, em Luanda, em Lisboa, capital de Portugal, nas cidade de Gbakedou ou de Monróvia, ambas na Libéria, em S. Paulo, a mais populosa cidade do Mundo ocidental, bem como nas cidades de Kenema e Kailahun, ambas da Serra Leoa, toda a gente quer ser feliz com saúde. E só assim é possível pensar num verdadeiro desenvolvimento.

Luís Lima
Presidente da CIMLOP
Confederação da Construção e do Imobiliário de Língua Oficial Portuguesa
presidente@cimlop.com