Portugal continua a ser atractivo para os investidores chineses e a “vaga” de investimento dos últimos anos vai continuar, prevêem o vice-primeiro-ministro português e a secretária-geral adjunta do Fórum Macau.
O vice-primeiro-ministro português, Paulo Portas, que tem liderado as delegações do seu país às últimas comissões bilaterais com a China e a secretária-geral adjunta do Fórum Macau, Rita Santos, em final de mandato, são destaque da primeira edição do jornal bilingue luso-chinês “Diário de Todos.”
Em entrevista ao novo jornal, lançado esta semana em Lisboa, Paulo Portas afirmou que o governo português está a acompanhar diversos possíveis investidores no país, identificando potencial “em muitas áreas praticamente inexploradas.”
Paulo Portas apontou, entre outras razões, o facto de a China ser vista em Portugal “sem desconfianças e como um parceiro especialmente trabalhador e capaz”, mas também a segurança e o nível de preços que comparam favoravelmente com outros países europeus.
Portugal recebeu perto de 10 mil milhões de euros de investimento chinês nos últimos anos, sobretudo em privatizações, enquanto esteve sob o programa de ajustamento da comissão tripartida, finalizado em Maio de 2014.
A imprensa portuguesa tem dado conta nas últimas semanas de interesse de grandes investidores chineses no sector financeiro e mesmo na construção do futuro porto do Barreiro, próximo de Lisboa.
O vice-primeiro-ministro português destacou ainda o crescimento médio anual das exportações para a China nos últimos 5 anos, de 39%, com resultados “impressionantes” ao nível dos serviços, muito graças ao turismo de chineses em Portugal, “cujas receitas quase triplicaram em 2013.”
Na mesma edição, que será formalmente apresentada terça-feira em Lisboa, a secretária-geral adjunta do Fórum Macau sublinha que Portugal é “muito atractivo para chineses” investirem, por pertencer à União Europeia e ao espaço comum europeu de circulação de pessoas e de capitais, mas também pela qualidade de vida.
“Creio que os chineses vão continuar a investir em Portugal. Também existem sectores económicos de grande potencial de desenvolvimento e outros em que Portugal está a liderar em termos de avanços tecnológicos, como por exemplo o sector das energias renováveis”, afirma Rita Santos.
Outros sectores “com grande potencialidade de desenvolvimento”, aponta, são os do turismo, moda e imobiliário, que “continua a ter preços muito competitivos comparando com o restante espaço europeu.”
Também o novo plano de acção lançado na 4.ª Conferência Ministerial do Fórum Macau (Novembro de 2013), que prevê a criação em Macau de uma plataforma e três novos centros, “proporcionará novas e grandes oportunidades comerciais entre a China e Portugal”, afirmou Rita Santos na entrevista.
O “Diário de Todos”, (em chinês “Quanribao”), assume-se como a primeira plataforma informativa em Portugal especializada em economia e cultura em línguas portuguesa e chinesa.
Está activo há cerca de um ano em aplicações móveis e passa agora ao papel, sob a direcção de Helena da Cruz Mouro, que, em editorial, aponta o papel de plataforma que Macau representa como “um exemplo a dar continuidade e modelo a ser reproduzido”, no “perfeito encontro dos mundos de línguas portuguesa e chinesa.”

Portugal continua a ser atractivo para os investidores chineses e a “vaga” de investimento dos últimos anos vai continuar, prevêem o vice-primeiro-ministro português e a secretária-geral adjunta do Fórum Macau.

O vice-primeiro-ministro português, Paulo Portas, que tem liderado as delegações do seu país às últimas comissões bilaterais com a China e a secretária-geral adjunta do Fórum Macau, Rita Santos, em final de mandato, são destaque da primeira edição do jornal bilingue luso-chinês “Diário de Todos.”

Em entrevista ao novo jornal, lançado esta semana em Lisboa, Paulo Portas afirmou que o governo português está a acompanhar diversos possíveis investidores no país, identificando potencial “em muitas áreas praticamente inexploradas.”

Paulo Portas apontou, entre outras razões, o facto de a China ser vista em Portugal “sem desconfianças e como um parceiro especialmente trabalhador e capaz”, mas também a segurança e o nível de preços que comparam favoravelmente com outros países europeus.

Portugal recebeu perto de 10 mil milhões de euros de investimento chinês nos últimos anos, sobretudo em privatizações, enquanto esteve sob o programa de ajustamento da comissão tripartida, finalizado em Maio de 2014.
A imprensa portuguesa tem dado conta nas últimas semanas de interesse de grandes investidores chineses no sector financeiro e mesmo na construção do futuro porto do Barreiro, próximo de Lisboa.

O vice-primeiro-ministro português destacou ainda o crescimento médio anual das exportações para a China nos últimos 5 anos, de 39%, com resultados “impressionantes” ao nível dos serviços, muito graças ao turismo de chineses em Portugal, “cujas receitas quase triplicaram em 2013.”

Na mesma edição, que será formalmente apresentada terça-feira em Lisboa, a secretária-geral adjunta do Fórum Macau sublinha que Portugal é “muito atractivo para chineses” investirem, por pertencer à União Europeia e ao espaço comum europeu de circulação de pessoas e de capitais, mas também pela qualidade de vida.

“Creio que os chineses vão continuar a investir em Portugal. Também existem sectores económicos de grande potencial de desenvolvimento e outros em que Portugal está a liderar em termos de avanços tecnológicos, como por exemplo o sector das energias renováveis”, afirma Rita Santos.

Outros sectores “com grande potencialidade de desenvolvimento”, aponta, são os do turismo, moda e imobiliário, que “continua a ter preços muito competitivos comparando com o restante espaço europeu.”

Também o novo plano de acção lançado na 4.ª Conferência Ministerial do Fórum Macau (Novembro de 2013), que prevê a criação em Macau de uma plataforma e três novos centros, “proporcionará novas e grandes oportunidades comerciais entre a China e Portugal”, afirmou Rita Santos na entrevista.

O “Diário de Todos”, (em chinês “Quanribao”), assume-se como a primeira plataforma informativa em Portugal especializada em economia e cultura em línguas portuguesa e chinesa.

Está activo há cerca de um ano em aplicações móveis e passa agora ao papel, sob a direcção de Helena da Cruz Mouro, que, em editorial, aponta o papel de plataforma que Macau representa como “um exemplo a dar continuidade e modelo a ser reproduzido”, no “perfeito encontro dos mundos de línguas portuguesa e chinesa.”